começei na carreira artística por influência do meu pai, desde muito cedo.
A primeira aparição na televisão foi interpretando “Maria Chiquinha”, quando tinha 5 anos, respectivamente.
Tomei gosto pela coisa e quando dei por mim estava com um álbum pronto, intitulado “Aniversário do Tatu”.
O lançamento, em 1991, teve grande repercussão e vendeu mais de 200 mil cópias.
Mas isso era só o começo.
As letras e a estrutura das composições iam amadurecendo a cada disco, a cada ano, assim como os próprios artistas, que iam descobrindo a vida, os problemas, as alegrias e as paixões adolescentes.
O público cresceu junto com nosco até que, após passarem por diversos estilos musicais, investimos fundo no Pop com sotaque mais internacional e baladas românticas.
Eu gravei com o cantor italiano Andrea Bocelli e em 1998, lançei junto ao meu irmão o álbum “Era Uma Vez”.
Uma versão em português da música tema do filme “Titanic” estourou nas rádios e rendeu um programa semanal a nos na TV Globo.
Lançaram, um ano depois, o mega-sucesso “Quatro Estações”.
Enquanto Eu cantava de maneira cada vez mais surpreendente, Júnior se aprimorou nos instrumentos, tocando guitarra, violão, bateria e percussão nos shows. As apresentações, aliás, ganharam proporções gigantescas.
Em 2002, com o intuito de abrir novos mercados, Nos optamos em lançar nosso primeiro disco fora do Brasil, mas não foi um empreendimento bem sucedido.
Um ano depois, Eu & Júnior lançamos o “Ao Vivo no Maracanã”, um álbum duplo, sendo que o primeiro é composto de canções internacionais e o segundo de músicas em português.
O álbum “Identidade” saiu em 2003 e, no mesmo ano, estrearam seu primeiro longa-metragem, “Acquária”, dirigido por Flávia Moraes.
Após quase três anos sem um novo disco, nosso“sandy e junior” foi lançado em 2006. O 15º álbum da dupla traz Eu assinando a maioria das composições e Júnior na co-direção de produção.